14 de janeiro de 2010

A última

Quando Herbert Richers morreu eu publiquei um comentário a respeito e expressei uma certa lamentação pelo ocorrido. Me pareceu cabível naquele momento. Respeitosamente, prestei minha insignificante homenagem.

Eu só não imaginava que ao fazer aquela postagem do Herbert Richers eu estava abrindo uma sequência nada agradável. Acontece que, menos de um mês depois do Herbert Richers, também morreu o Lombardi (locutor do Sílvio Santos). Depois, novamente foram necessários menos de trinta dias até que outra perda fosse sentida, dessa vez na minha família (minha jovem tia Gorette - muito querida).

Ontem, menos de um mês depois (novamente) da última perda citada, morreu Zilda Arns - Fundadora e extremamente atuante nas pastorais da criança e da pessoa idosa - vítima dos efeitos de um terremoto no Haiti. Inevitavelmente, mais uma perda que precisa ser mencionada num blog que se propõe a falar de questões atuais e marcantes.

Não que eu seja culpado, ou supersticioso o suficiente para acreditar que eu falar em morte dá azar, mas o fato é que todas as citadas aqui tem algo em comum: a surpresa. Aconteceram de forma inesperada e demoraram menos de um mês de uma para outra. Então, objetivando encerrar a série do assunto "morte", fica decretado que este blog não fala mais nisso.

Eu gostava de ouvir o Lombardi ao lado do Sílvio Santos, eu amava minha tia. A dra Zilda Arns dispensa comentários. Assim, a "série" iniciada em 20 de novembro está encerrada, até porque eu também gosto da Hebe.