24 de janeiro de 2010

Depois de 10 dias

Como leitor de blogs eu sei o quanto é chato visitar um por várias vezes e não encontrar nada de novo. Por isso, peço desculpas pela ausência nos últimos dez dias.

Hoje, vamos falar do joaorocha.com (que mais uma vez tem um link apontando para cá). A verdade é que eu adquiri um domínio (meu nome) há quase 3 anos e venho tentando achar um jeito de deixar uma página, no mínimo aceitável, no ar. Como ainda não contratei nenhum expert para desenvolver o site, eu mesmo tenho feito os ajustes e não demora muito até que eu perceba que ficou uma porcaria, daí tiro do ar.

Em virtude das dificuldades com o joaorocha.com, eu acabo suspendendo o site e mantendo um link para o blog, que é bem mais prático e tem me garantido a existência virtual ativa. Por isso, quem visita a página joaorocha.com, neste momento, é trazido para cá. Assim, antecipo para quem vem de lá: o site voltará.

Já estou contando com a ajuda de amigos mais entendidos para colocar a tal página aceitável no ar. Espero conseguir isso até o mês de junho, quando estarei concluindo o curso superior. Esse, também, será o tempo necessário para que eu adquira os equipamentos restantes necessários às gravações que pretendo comercializar. Até lá, seguirei postando sobre assuntos diversos.

Com os equipamentos adquiridos e o estúdio montado, não só pretendo comercializar a voz (como locutor), como também espero implantar uma web rádio e disponibilizar uma série de programas de conteúdo variado, em podcast. Esforço não faltará.

14 de janeiro de 2010

A última

Quando Herbert Richers morreu eu publiquei um comentário a respeito e expressei uma certa lamentação pelo ocorrido. Me pareceu cabível naquele momento. Respeitosamente, prestei minha insignificante homenagem.

Eu só não imaginava que ao fazer aquela postagem do Herbert Richers eu estava abrindo uma sequência nada agradável. Acontece que, menos de um mês depois do Herbert Richers, também morreu o Lombardi (locutor do Sílvio Santos). Depois, novamente foram necessários menos de trinta dias até que outra perda fosse sentida, dessa vez na minha família (minha jovem tia Gorette - muito querida).

Ontem, menos de um mês depois (novamente) da última perda citada, morreu Zilda Arns - Fundadora e extremamente atuante nas pastorais da criança e da pessoa idosa - vítima dos efeitos de um terremoto no Haiti. Inevitavelmente, mais uma perda que precisa ser mencionada num blog que se propõe a falar de questões atuais e marcantes.

Não que eu seja culpado, ou supersticioso o suficiente para acreditar que eu falar em morte dá azar, mas o fato é que todas as citadas aqui tem algo em comum: a surpresa. Aconteceram de forma inesperada e demoraram menos de um mês de uma para outra. Então, objetivando encerrar a série do assunto "morte", fica decretado que este blog não fala mais nisso.

Eu gostava de ouvir o Lombardi ao lado do Sílvio Santos, eu amava minha tia. A dra Zilda Arns dispensa comentários. Assim, a "série" iniciada em 20 de novembro está encerrada, até porque eu também gosto da Hebe.

8 de janeiro de 2010

O fim da história que não começou

Assinei JET - internet e TV, mas o contrato foi cancelado antes mesmo de começar a prestação dos serviços. O motivo? A empresa alegou que "não há viabilidade técnica para o funcionamento dos serviços" na área onde moro.

Alguns detalhes que geram curiosidade sobre este cancelamento:
O primeiro deles é que, ao me vender o pacote, o representante da JET me assegurou que a área onde moro é devidamente coberta pelo sinal da operadora. Depois, algo que me irritou profundamente: a empresa não me informou o cancelamento. Apenas quando liguei para pedir que eles agilizassem o processo de instalação o atendente me informou que o cadastro "estava considerado cancelado". Repliquei: mas ninguém me avisa?! A desculpa: a empresa me contactaria em breve - não engoli.

A lista de fatos estranhos nesta negociação frustrada não acabou no descaso, outras questões surgiram: apesar da empresa "não ter condições técnicas para prestar os serviços" na área onde moro, um vizinho (a quatro casas da minha) tem JET. Por complemento: não tenho nome no SPC, bem como não tenho pendênciais judiciais ou jurídicas que justificassem este cancelamento.

Assim, tendo o cadastro cancelado e sem nenhum tipo de aviso, fiquei por cerca de uma semana sem internet em casa e sem poder assinar com outra empresa, simplesmente porque não estava avisado do cancelamento. Após captar a informação, resolvi voltar para a Velox - que até o momento é a menos ruim.

Me pergunto: será que a JET se esquivou de ter-me como cliente, só porque soube que sou comunicador e costumo fazer denúncias dos pífios serviços de empresas de internet? Ou será que é porque sabe que não engulo contratos de fidelidade, se a empresa não for boa, e se brincar ainda mando pra justiça e pego idenização - a Claro que os diga - Ou seria simplesmente porque tenho cadastro no Reclame Aqui?

Seja lá qual for o mistério envolvido nesta situação, ao primeiro sinal de problema (além dos que já tive) oriundo dessa negociação interrompida, eu vou até as últimas consequências para ver um final justo nessa história.

5 de janeiro de 2010

Começando 2010 pensando em 2012

A profecia Maia que levantou a hipótese de extinção da raça humana em 2012 foi amplamente divulgada pelo filme sensacionalista, que tem como título o referido ano. Agora, juntando as teorias Maias à imaginaçao de Roland Emmerich (diretor do filme), muita gente tem vivido dias de reflexão sobre o limite da nossa existência.

A reflexão é até interessante de se fazer, eu tenho feito. Analisei vários fatores, desde as explicações das teorias Maias até as cenas do filme 2012. Relembrei os acontecimentos reais que tivemos e estamos tendo a alguns anos (parecidos com os descritos pelos Maias), ponderei com as profecias bíblicas e cheguei a uma conclusão: não dá para concluir.

Tudo que vivemos culmina com a teoria que sempre tive: a de que na vida nada é certo, nem a morte. Uma vez nascido em berço Cristão, aprendi que Jesus "está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso, de onde há de vir para julgar os VIVOS e os mortos." Assim, se ele resolver voltar nos próximos 10 anos, vários da nossa geração ainda devem estar por aqui.

Independente do ângulo que escolha para vislumbrar a situação, você encontrará um motivo para colocar o pé atrás. Jesus: "Vigiai, ficai atentos". A ciência: "Se não mudar a política de emissão de poluentes, não tem jeito". Os Maias: "21 de dezembro de 2012".

3 de janeiro de 2010

Internet no Brasil: em experiência, ou é sacanagem mesmo?

Quem experimenta os mais variados meios de se ter acesso à internet no Brasil sabe que não há um, se quer um, realmente eficiente. Em contraponto às velocidades oferecidas, as dores de cabeça são constantes. O atendimento de suporte de cada operadora disputa acirradamente pelo título de mais inoperante.

Na medicina existe uma teoria de que quando uma determinada doença tem vários remédios, na verdade seria porque falta um eficaz e sobram paleativos. Vivenciei isso com as "simples" espinhas no rosto, que deram um colorido abominável à minha face durante nada menos que oito anos e me fizeram experimentar todos os remédios e mandingas que você já ouviu falar, mais os que você não ouviu, e mesmo assim não obtive êxito. A cura veio às custas de um sofrimento indescritível, com um investimento que ultrapassou as barreiras do meu bolso, submetido à isotretinoína (mais conhecida comercialmente como Roacutan), um produto - mais que remédio -que prometia morte às espinhas, ou ao usuário. E só depois de encostar na mola que tem no fundo do poço, ganhei meu rosto de volta. Contudo, ao contrário da medicina - que abriu essa excessão - a tecnologia parece não ter aberto ainda nenhuma via de escape com relação ao problema da internet no Brasil.

Quando não tinha internet em casa, eu me sentia alguém a pé (sem transporte). O primeiro passo veio com a internet discada, foi como se eu tivesse comprado uma bicicleta para andar na internet. Com velocidade incrivelmente constante, na casa dos 50kbps, eu passeava sem me atrever aos downloads, nem pensava em vídeos (eram como ladeiras para subir com minha bike). Cansado de pedalar nas madrugadas e fins de semana, resolvi apostar na tecnologia 3G da Claro e comprei um modem, contratando um plano de 256kbps. Daí, pensei: Comprei uma moto para andar na internet... Com os 256 prometidos, as primeiras visitas ao youtube já seriam possíveis. Empolgado utilizei a primeira semana com total satisfação (velocidades até acima do prometido), era uma alegria, mas bastou completar-se a semana (período em que o cliente tem direito de cancelar sem multa) que a claro tirou o motor da minha "moto". A partir do 8º dia, as conexões via 3G com aquele modem de bosta não prestavam mais e o SAC da claro permitiam um trocadilho que não vou usar. No próximo parágrafo eu falo da conexão ADSL da Velox.

Com a Velox as frustrações foram menores, mas não ausentes. Pelos altos preços cobrados, fiquei impossibilitado de contratar um plano com velocidade adequada. Mesmo assim, apelando para a estabilidade eu topei pagar mais de 70 reais (juntando provedor e telefone) por 150 kbps (na verdade 115 na maior parte do tempo). Tudo foi muito bom até os últimos dias, quando a conexão passou a cair repentinamente com frequência e quando procurei o suporte a atendente virtual foi a única voz que me ofereceram. Por isso, cancelei. Para suprir a ausência, fui em busca dos serviços via rádio, mas desisti quando vi um amigo a ponto de atirar o monitor pela janela, estressado por não conseguir carregar fotos do Orkut com internet via rádio.

Mergulhado numa situação aparentemente sem jeito, resolvi buscar ajuda de quem já usou outros meios para acessar a internet. Colhendo testemunhos importantes, descobri que a conexão a cabo parece ser muito boa, daí resolvi entrar em contato com a NET que vende o pacote completo (Tv, telefone e internet) por um preço bem acessível. Problema: a NET não cobre a área onde moro. Solução? JET que oferece os mesmos serviços, cobre a área onde moro e cobra os olhos da cara. Assinei um pacote de TV e internet por pura pirraça com a Oi Velox, que no ato do cancelamento me ofereceu uma proposta bem melhor do que a JET, mas por ter perdido minha confiança antes, dançou.

Chegou a hora de testar um novo método: internet via satélite (me parece que a JET é assim). Algo me diz que vou me ferrar de novo, mas como sofri oito anos até achar a isotretinoína para minhas espinhas, o que viria a ser 1 ano preso no contrato da JET? O começo, o meio e o fim(?)dessa trajetória serão narrados aqui.

Curiosidade:

Veja os índices de "aprovação" das empresas que citei, no site ReclameAqui:

Claro 3G

Oi Velox

NET

JET