28 de novembro de 2009

Decepção orkútica

Até que tem quem tenha gostado do novo Orkut, mas eu não estou nesse grupo. Obviamente, em termos de divulgação, ninguém pode negar que a Google mandou bem (prendeu convites, distribuiu gradativamente, gerou espectativa, fez com que os primeiros se sentissem felizardos, etc). Mas, ao contrário do trabalho de marketing, o trabalho de layout ficou bem abaixo das espectativas.

O Novo Orkut tem, ao meu ver, um visual pra lá de poluído. Fotos dos amigos distribuidas a torto e a direito, suas atualizações enchendo a tela inicial, excesso de funções (ao meu ver) desnecessárias, cores variadas, etc. De fato, a sigla etc precisa ser usada várias vezes para descrevê-lo, e aqui na Paraíba a gente define coisas assim com uma frase típica: Tá mais enfeitado do que bicicleta de matuto.

Cada um tem sua opinião, mas para mim, isso aí é poluído demais! Acho que o Twitter com seus layouts "secos" é muito mais atrativo, apenas porque é uma ferramenta quente, ou seja, todos abrem e se deparam com a caixa aberta esperando uma frase a ser digitada, funciona na base do "abriu, leu, atualisou, pronto!" sem frescuras.

Me decepcionei com o Orkut, esperava mais em menos... Agora vamos aguardar um tempinho até as amostras coletivas de satisfação, ou insatisfação dos orkuteiros.

27 de novembro de 2009

Sua ajuda

Infelizmente, nesta reta final do ano, só estou conseguindo ter tempo para acessar livremente a internet no final do dia. Hoje, por exemplo, estou aqui à meia-noite, caindo de sono.

Nas condições atuais, torna-se dificílimo dar sequência a uma linha de raciocínio e escrever uma postagem legal. Estou jogando minhas esperanças nos finais de semana, mas tenho o anseio de alimentar o blog por várias vezes e não apenas no fim de semana.

Então, quero contar com sua ajuda. Tem um pensamento legal? quer compartilhar aqui? A postagem será devidamente creditada a você. Saiba como ajudar:

* Sugestões, reclamações, elogios, críticas e textos podem ser enviados para atendimento@joaorocha.com

Muito obrigado!

24 de novembro de 2009

Links úteis

Apresento-lhes o SeeNow, site que faz montagem de fotos - ficam bem engraçadas, clique aqui para conferir!

E tem MAIS!

Conheça o VQV - encurtador de URL's. Em nossa vida virtual cada vez mais sintetizada, é importante conhecer esta ferramenta. Clique aqui!

Em breve mais postagem de links úteis.

21 de novembro de 2009

O poder da fama

É impressionante como qualquer bobagem vira algo sensacional quando vem de um famoso. Se você tem Twitter e ainda não segue pelo menos um, experimente. Use isso para ter acesso a algumas curiosidades.

O que aconteceria se você pegasse seu celular e tirasse uma foto de si mesmo, enquanto estivesse sentado à mesa de um restaurante e depois a publicasse no Twitter? Provavelmente nada. Mas, se essa atitude absolutamente comum e boba for praticada por um famoso, a história é outra.

2.500 comentários com os mais diversos dizeres, tipo: "lindooo xD", "adorei :P", "ownnn que fotinha linda", "que massa!", "showww", etc. Tudo para uma foto do cara comendo macarrão durante um "jantar de negócios". Detalhe: não é nenhum galã, é apenas famoso.

Deve ser por coisas assim que aquela Geisy da Uniban fez tanta questão de ser "apedrejada" por seus colegas.

Que bom que existem os blogs, assim a gente pode contrapor (ainda que diante de poucas testemunhas) certas investidas das mídias de massa, que tantas vezes promovem futilidades. Reflitamos, não sejamos idiotas.

20 de novembro de 2009

Morreu Herbert Richers

Cresci, não muito, mas cresci, ouvindo a frase: "Versão brasileira Herbert Richers". Sempre ficava intrigado pelo fato da versão brasileira ser feita por um estúdio com nome "internacional".

Apesar de achar interessante o trabalho de dublagem, nunca me interessei em buscar mais informações a respeito, e para mim Herbert Richers era apenas um nome misterioso no começo dos filmes.

Conforme descreve a Wikipédia, Herbert Richers era brasileiro, natural de Araraquara - SP. Portanto, aquele nome "internacional" que eu tinha em mente não significava que a pessoa Herbert também era. De fato, só descobri hoje quem era o Herbert Richers, no dia em que ele morreu e o G1 estampou a notícia em destaque. Na verdade eu pensava que ele já era falecido, devido aos longínquos filmes que levavam sua assinatura.

Tá bom, vou confessar que pensava que Herbert Richers era apenas um nome de estúdio em homenagem a um grande "alguma coisa" do passado, mas acabei sendo pego de surpresa com a morte de alguém que eu já imaginava como morto.

Ele existia, era brasileiro, era conhecido de forma desconhecida por muitos!

Agora, venho deixar minha homenagem a este ícone da dublagem no Brasil, que embora eu não tenha conhecido, fez parte da minha infância e, certamente, de tantas outras pessoas. Que descanse em paz...

Eis a imagem do ícone:

Pode?

Este blog é livre de predefinições temáticas justamente para que eu tenha a disponibilidade de um espaço que me sirva para narrar qualquer situação que possa gerar reflexão. Hoje, vou aproveitar dessa liberdade para soltar o verbo sobre algo comum em todo o Brasil, e diz respeito ao trânsito.

Estou agora às 00 horas e 26 minutos, digitando este texto. Minutos atrás, estava voltando de um evento promovido pela faculdade onde estudo, regressava de moto por volta das 23 e 30. No caminho, ainda perto da faculdade, existe um semáforo colocado em frente a uma funerária, num trecho sombrio por si só e com pouca iluminação.

O tal semáforo é estrategicamente colocado no meio de uma rua, sem cruzamento com qualquer outra, e serve apenas para facilitar a passagem de pedestres na região. Ocorre que, durante a noite, o fluxo de pedestres é praticamente inexistente e as condições de iluminação são precárias, isso aliado ao fechamento do comércio, torna o local um verdadeiro cenário de suspense.

Em meio a todo esse clima sombrio proporcionado por uma rua sem residências e com o comércio fechado, abrigando uma funerária que dá para a rua de trás, sob um luar soberano em matéria de luz, eu passava com minha humilde moto de 100 cilindradas, quando o semáforo resolve me sinalizar com o vermelho, dando aquela sentença: pare!

Eu até faço gosto de parar em semáforos, como sempre faço inclusive no que foi descrito aqui. Mas não nasci com um caroço de feijão no lugar do cérebro, e sei que por volta das 23 e 30 num lugar sombrio, com histórico de assaltos (agravante citado agora) não é seguro botar os pés no chão e parar para esperar o sinal contar até 60, enquanto nem se quer um cabelo atravessa voando na minha frente, e enquanto eu não sei quem é o estranho que caminha solitário na calçada.

Pelas razões citadas a cima e confiante na maleabilidade da lei, uma vez que já vi em várias ocasiões, carros cruzarem o mesmo semáforo enquanto ele sinalizava o vermelho, eu desci a mão no punho da moto e fui embora, sem querer dar nehuma colher de sopa ao azar. Qual não foi a minha surpresa quando naquele instante senti a rua tomada por um clarão que, aparentemente, dava conta do flash proveniente de foto tirada naquele momento.

Tendo em vista que não era noite com raios ou relâmpagos, não havia nenhuma equipe de jornal e ninguém tirando fotos à beira da rua, deduzi que aquela era a investida da STTrans (Superintendência de transporte e trânsito de João Pessoa) no sentido de materializar provas que venham a me colocar sob o manto da justiça punitiva.

Agora, se resolvem decretar que eu cometi uma "infração gravíssima" e eu tivesse apenas a Permissão para dirigir, teria minha permissão para dirigir cancelada, ainda tendo que pagar uma multa próxima dos 200 reais, que somada aos 500 que teria que gastar para tirar uma nova carteira chegaria facilmente aos 700 reais, que somados aos 480 para renovar o emplacamento no meio do ano que vem, ultrapassará bastante os 1000 reais (tudo além de todo o transtorno).

Eu teria uma despesa próxima do valor total do meu humilde veículo, inviabilizando totalmente sua manutenção. Tudo por passar depois das 23 horas por um semáforo solitário que queria que eu parasse no meio de um nada extremamente perigoso.

Pergunto:

Pode?

Tema abordado por sugestão do leitor Anderson.

10 de novembro de 2009

A "saia justa" da Uniban

Virou piada desde o Programa do Jô até o jornalístico da rádio Piranhas no interior da Paraíba. A Uniban teve o nome "queimado" do Orkut ao Twitter e foi forçada pela pressão popular a revogar a expulsão da aluna de roupas curtas.

Quando o que está em jogo são o prestígio e o lucro de uma organização privada, facilmente a pressão dá jeito. Infelizmente, quando se trata do que é público a situação não é a mesma, políticos fazem como a Chiquinha - do seriado "Chaves":

- Chiquinha, você não tem vergonha?

- Sim

- Então...

- Eu agüento

Pressão só dá jeito se ameaçar o bolsinho...

7 de novembro de 2009

O costume

Esse interesse de estar aqui para falar das coisas da vida, mostrar alguma mensagem interessante que alguém me mandou, uma brincadeira, simplesmente compartilhar conhecimentos. Tudo vem do hábito adquirido, o hábito de blogar!

Foi em nome disso, ou do sentido disso, que postei alguns dos e-mails interessantes que recebi ultimamente, algumas republicações interessantes de outros blogs, e, claro, vários textos narrando meus pensamentos sobre os mais variados fatos.

E o que leva ao hábito? A certeza de estar sendo aproveitado de algum modo. Num mundo em que tanta besteira é falada e feita, não custa nada expor um pouco daquilo que ao menos parece interessante. Essa é a proposta do blog, por isso não me apego a um tema específico.

O sentido do blog está no leitor, assim como o sentido do rádio está no ouvinte. Por isso, obrigado pela leitura do texto, por me fazer dar valor a este costume de escrever. Espero cada vez mais dividir algo útil com você. Útil para sorrir, útil para refletir, simplesmente útil.

Bom domingo!

6 de novembro de 2009

Desinteressante...

Quando é que as pessoas ficaram desinteressantes?

Não, é sério… QUANDO? Quando é que ficar horas tirando fotos de si mesmo em posições esdrúxulas tornou-se algo atraente? Quando é que começou esse culto à beleza que define um “me apresente uma amiga sua, que não seja nem gorda e nem muito magra” em vez de um “me apresente uma amiga sua, legal e inteligente”? Quando é que começamos a paquerar nas baladas e arranjar “amores platônicos” com quem não conseguimos trocar meia dúzia de palavras? Quando é que citar um livro como “O Pequeno Príncipe” virou coisa de Miss em concurso de beleza, mas se você cita-lo seriamente não será encarado dessa forma?

Quando é que substituímos os encontros, cinemas e sorvetes de domingo à tarde por scraps e indiretas no MSN? Quando é que deixamos de notar, só porque são amigos, aqueles que realmente nos fazem rir e nos fazem bem, para babar por aqueles que são lindos e “pegam” todas as garotas, mas que pouco ou nada têm a ver conosco? Quando é que a “pegada” se tornou mais importante que o papo, o carinho, a cantada, a conversa, a CONQUISTA?
Quando é que a diversão passou a ser sinônimo de (muita) bebida?

Quando é que um corpo passou a valer mais que um coração?

Alguém me diz? Quando?!

SOCORRO! Pára esse mundo que eu quero descer!!

Texto Miss Independent - do site do Vinícius Paraíba.

5 de novembro de 2009

Da série "papai retardado"



(Depois critica quando a filha tem medo de palhaço)

Se pais fazem coisas assim com filhos, imagine só o que fazem com colegas de trabalho...

4 de novembro de 2009

Dia do inventor

4 de novembro é o Dia do Inventor: conheça o trabalho da Associação Nacional dos Inventores e ideias que prometem melhorar a qualidade de vida das pessoas

Para o presidente da Associação Nacional dos Inventores, Carlos Mazzei, inventor precisa ter força de vontade para desenvolver sua criação e levá-la ao mercado depois de devidamente patenteada. Segundo ele, há várias formas de proceder: criar uma empresa própria baseada em sua invenção, vender sua ideia para outros empresários ou negociar a patente

Tudo começa com uma boa ideia na cabeça.Depois do desenvolvimento de um protótipo e da realização de testes, o inventor tem a certeza de que o fruto daquela boa ideia vai melhorar a vida de muitas pessoas. A partir daí, muitos deles se perguntam: “O que fazer agora?”.

A Associação Nacional dos Inventores (ANI) foi criada exatamente para que as invenções brasileiras sirvam a toda a sociedade e para estimular os inventores a continuar dedicando-se à descoberta de novidades. “Nosso papel é incentivar e popularizar as inovações tecnológicas no País”, afirma o presidente e fundador da entidade, Carlos Mazzei. “Trabalhamos na orientação e regularização das patentes de projetos e na posterior comercialização dos inventos em escala industrial.”

Alguns inventos – O administrador de empresas porto-alegrense Marlon Diniz desenvolveu o Capoflex dispositivo prático e rápido de mudança de configuração para caçambas de camionetas – capota, tampão ou caçamba livre. O invento se constitui numa capota automática em fibra de vidro (ou outro material rígido) que não necessita de parafusos para a instalação. “Seu sistema eletrônico permite que o usuário mude a configuração da caçamba da camioneta de tampão para capota e vice-versa - com um simples toque de botão”, ilustra Diniz. “O equipamento sai da posição tampão e vai para a posição capota, em menos de 15 segundos”.

A ANI também apóia o Dry Hair Car, secador especial para ser acoplado à saída de ar do veículo. A criação é do zootecnista Arthur Augusto Ferreira e de sua sócia, a professora Maria Teresa Araujo Guerra. “Fizemos um equipamento formado por encaixe e mangueira. O melhor é que não requer energia, apenas a própria ventilação do carro, de preferência o ar quente. Para usá-lo, basta encaixar o dispositivo numa das saídas de ar e fechar as outras”, detalha. “Considero nosso invento prático para qualquer pessoa, porque pode ser usado na falta de tempo de secar os cabelos antes de sair e até depois de uma chuva repentina, podendo também aquecer o corpo e os pés”, imagina Ferreira. “Pensamos em vender a ideia para qualquer empresa de acessórios de carros ou fabricantes de secadores de cabelo”, finaliza

A educadora musical Christina Paz desenvolveu um Equipamento de Secagem de Calçados e Tênis - um dispositivo constituído de uma fôrma espiral similar ao pé, provido de filamentos de resistência por toda a sua extensão. A secagem rápida e uniforme do calçado ocorre de dentro para fora, por aquecimento dessa fôrma, que vem recoberta por uma camada protetora térmica para evitar danos ao produto. Como um ferro de passar, tem um termostato regulável para cada material, seja couro ou sintético.O produto é leve e de manuseio simples.

O técnico de manutenção Reginaldo Aparecido de Moraes, de Guarulhos, inventou um hidrômetro especial que não contabiliza a passagem de ar – aquele ruído que se ouve toda vez que a água é reabastecida após uma interrupção. Esse ar expelido por torque é responsável por aumentar o registro do consumo. “Com o hidrômetro que não contabiliza o ar, a ideia é economizar até 40% do total da conta”, promete o inventor.O dispositivo criado por Moraes distingue o ar da água por meio de uma boia, impedindo que o hidrômetro gire o contador durante a passagem de ar. “Ao contrário de acessórios irregulares e ilegais, não causa prejuízo ao consumidor e nem à companhia fornecedora”, garante.


Informações para a imprensa:

Em Pauta Comunicação

3 de novembro de 2009

Quem apagou a luz?

Eu "apaguei a luz", agora o blog que era branco, é preto. Ele segue o padrão do joaorocha.com e vai expressar um pouco da minha característica noturna, afinal a maioria das postagens é mesmo feita nesse momento de calma que o fim de noite propicia.

E agora, vou encerrando por aqui, já que existe o propósito de economia de palavras nas postagens e tem uma cantora mexicana interessante dando entrevista ao Jô Soares agora. Até mais, vou assistir TV.